Percepções sobre uma epidemia

 

  1. A primeira sensação de uma bruma surreal, que turva sobre o futuro; necessidade para os cuidados no cotidiano a partir do aprender de novo;
  2. Novamente a visão de que o MACRO e o MICRO são realidades que se convergem. Se no plano macrocosmo é nos exigido distanciamento social, no microcosmo as necessidades individuais precisam ser respeitadas em plano coletivo;
  3. Distanciamento social não significa ‘pouco caso’ com o outro, a indiferença pesará sobre cada indivíduo.
  4. Saúde então salta de forma fluida do individual para o coletivo, e do coletivo para o individual. Assim como disciplinas de higiene precisam ser implementadas de forma consciente e emergencial, como limpeza com o corpo, objetos e alimentos, isso nos reclama, aos cidadãos de 3º mundo, o pensar coletivo, somos todos afetados pela vida do outro;
  5. A vida simples volta ao contexto em função de uma vida burocratizada e mediatizada. Menos exposição, menos aglomeração e mais produção solitária, mais introspecção.

 

Ana Paula Sant’Ana – Professora

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